Bettie Bangs!

Apesar de sempre cortar mais ou menos na altura do ombro, sempre desejei ter um cabelo comprido. Sempre achei e acho lindo. A penúltima vez que cortei meu cabelo, em maio do ano passado, eu já pensava em fazer uma franjinha mas ainda não estava preparada pra isso... Então, fiz o mesmo corte de sempre. Depois, cortei pela última vez em outubro e foi a mesma coisa. E ele finalmente cresceu! Realizei meu sonho de ter meu cabelo comprido de novo!

Sinceramente, eu adiei muito porque não queria "chocar" as pessoas com uma mudança tão radical e porque não queria ter trabalho com o meu cabelo. Mas isso definitivamente me encheu o saco. Aquele cabelo comprido e liso com uma saia até o joelho me fazia parecer que estava indo pra igreja. Mas minha ideia sempre passou longe disso... Até que, em um belo dia, eu cansei. Eu tentei fazer um topete com um pente-donut (?) pra fazer topete mas não tinha jeito, ele sempre ficava aparecendo. Foi aí que eu pensei: não dá mais.

Copiei o cabelo da minha avó paterna (costureira, é claro) sem saber!
Depois de muitos argumentos, consegui convencer minha mãe a me deixar pintar o cabelo de preto - isso também significava que eu precisava pintar logo, antes dela desistir da ideia. Mas ainda assim sempre tive aquela dúvida "será que vai ficar bom?". Mas depois de ouvir a opinião da melhor cabeleireira da cidade e de algumas amigas, eu resolvi tentar! Quando marquei, apesar de ter ficado super ansiosa, achei que não iria gostar da cor nem do corte. Mas eu já tinha chegado no limite da Santa Paciência e precisava fazer, ficando bom ou não.

E após uma contagem regressiva de 12 dias, eis o resultado...
Cortei mais ou menos uns 10cm do meu cabelo (que foram doados pro Instituto Neo Mama ♥) e finalmente pintei de preto. Quando eu me olhei no espelho de franja e com o cabelo escuro, eu quis chorar - mas de alegria! Acho que nunca me senti tão eu em toda a minha vida!

Desde 2010 eu corto meu cabelo com a Cris, no Hot Hair e todas as vezes que saí de lá, saí muito feliz com o resultado - mesmo que fosse só um corte. O salão Hot Hair fica aqui em Santos e é especializado em coloração, cortes desfiados e penteados retrô. Pra ser sincera, confio mais na Cris do que em mim quanto ao quesito cabelos! Então, se algum dia vierem pra cá, não deixem de marcar lá porque é sensacional ♥

O objetivo desse post, além de ,é claro, mostrar meu cabelo, é encorajar quem tá lendo. Eu não sou o melhor exemplo pra isso (afinal, eu esperei um ano e meio até acontecer) mas eu passei por cima da opinião de muita gente muito próximas a mim e fiz o que queria fazer. Nem sempre as mudanças dão errado e, quando dão certo, dão muito certo! Então é sempre bom deixar o medo de lado e agir "sem pensar" porque o resultado pode sair melhor que o esperado. Fiquei muito feliz com o novo comprimento e, é claro, por fazer alguém feliz com a minha doação. A cor também me agradou muito e, por incrível que pareça, eu nem estranhei muito quando me olhei no espelho pela primeira vez. Sem dúvidas, será meu cabelo por pelo menos mais uns 5 anos! hehehehe

Não deixem de curtir a página do Hot Hair no Facebook!

Beijão, até mais!

Inspiração: Joia Rara

Se tem uma coisa em que a Globo capricha nas novelas, sem dúvidas é no figurino. As novelas de época são muito bem retratadas por meio deles e com Jóia Rara não foi diferente: todas as personagens vestiam roupas deslumbrantes e algumas bem fáceis de copiar! O figurino da novela é inspirado nos anos 30 e 40, com direito a muito glamour, casquetes e cintura marcada. O batom vermelho, as unhas meia-lua e os cabelos cacheados não foram deixados de lado. Mariana Ximenes interpretou um papel magnífico e, como sempre, maravilhosa, me lembrou muito a Marilyn fisicamente. Além dela, todas as outras personagens vestiram figurinos impecáveis que devem ser lembrados e, é claro, copiados!

Se cada personagem pode ser reduzido a um adjetivo, o papel de Mariana Ximenes se reduziria ao glamour. Todas suas combinações tinham ao menos uma peça brilhante (na maioria das vezes douradas), seja nos fios da camisa ou na roupa inteira. Para a época, Aurora sem dúvidas foi uma mulher de personalidade forte e muito ousada, se inspirando em atrizes hollywoodianas como Rita Hayworth e é claro, no tão conhecido Moulin Rouge. E nem mesmo no casamento deixou os brilhos de lado! O vestido assinado pelo estilista Samuel Cisnaski tem cauda dupla e é todo de tule, com muita renda e bordados. Sua marca registrada também é a unha meia-lua (feita com esmalte branco por baixo e preto por cima) e o cabelo sempre platinado. (Mais fotos e informações aqui e aqui)

É fácil perceber que o figurino da personagem Iolanda (interpretada por Carolina Dieckmann) tem muitos, muitos vestidos de veludo. Segundo a figurinista Marie Salles para a Globo Show, ela entende que "Iolanda é a boneca de Ernest. Ele compra suas roupas e suas jóias. Para dar uma impressão de prisão, as roupas são justas e os cabelos são presos. Tudo sem muito movimento. Os vestidos justos não eram comuns na época, mas foram escolhidos para dar esse clima de claustrofobia." Tudo muito bem pensado, né? Não sei porque mas esses modelos, principalmente por serem de veludo, me dão agonia mesmo! O figurino foi inspirado em socialites dos anos 40 e a maioria deles possuem detalhes drapeados e ombreiras. Um acessório que a personagem adora, sem dúvidas são os casquetes! Assim como Aurora, ela também é adepta das unhas meia lua e do batom vermelho. (Mais fotos e informações aqui.)

O figurino de Lola Gardel (Leticia Spiller) foi inspirado em estrelas do cinema como Jean Hallow e Carmen Miranda! Sempre muito extravagante, os vestidos de babados são os preferidos da personagem - e claro, sempre muito coloridos. A cintura marcada e os acessórios de cabeça também são obrigatórios! Lola adora misturar cores e muitos acessórios gigantescos e consegue não ficar cafona. A dica é sempre misturar cautelosamente pra ficar linda ao invés de pecar :) (Mais fotos e informações aqui.)

Sempre com roupas escuras e mix de décadas, a calça pantalona, saia lápis, tailleur estruturado e basques (atualmente conhecidos como peplum) são alguns dos itens preferidos da vilã Silvia (interpretada por Nathalia Dill). O figurino usado pela atriz que foi inspirado nas estilistas Coco Chanel e Elsa Schiaparelli bem como nas atrizes de Hitchcock, também conta com ombros estruturados e cintura marcada. Os tons sempre escuros servem para representar o quão fria e calculista Silvia é. Olhos escuros, batons vinho, francesinha invertida com pontas vermelhas e coques simples também fazem parte do visual. Pra copiar, estampas inspiradas no art déco e pantalona podem ser usados no dia-a-dia sem medo de errar! (Mais fotos e informações aqui e aqui.)

Apesar de nunca ter assistido a sequer um capítulo da novela, não tenho como negar que gosto do figurino porque é impossível! Tudo muito bem pensado e combinado de acordo com a personalidade de cada personagem, o que torna tudo muito real e maravilhoso. Quem não conhecia a novela ou nunca chegou a procurar nada, sem dúvidas vai ficar louca por tudo! No site da Globo existem várias páginas sobre o estilo dos personagens e inclusive alguns capítulos então não tem como deixar de lado!

Espero que tenham gostado da dica e peço um milhão de desculpas por tanto tempo sem postar! Estou cursando o último ano do Ensino Médio e tenho muito trabalho e lição pra fazer, o que acaba limitando muito o meu tempo. Acredito que assim que apresentar tudo o que devo, conseguirei escrever mais aqui.

Beijocas e até a próxima ♥

Vestido floral

Há um ano atrás eu entrei no curso de Modelagem, Corte e Costura e sem dúvidas foi a melhor coisa que fiz em toda a minha vida! Meu interesse começou em 2011 quando comecei a customizar minhas roupas e ganhei minha primeira máquina de costura. Depois disso, eu precisava aprender a costurar... Os cursos só atendem alunos a partir dos 16 (na época eu tinha 14) e tive que esperar um pouco até conseguir achar alguém pra me ensinar. Minhas aulas são particulares, eu escolho o modelo e nós fazemos todo o processo. Por ter a liberdade de escolher os modelos do jeito que quero, procuro sempre modelar peças antigas e é por isso que amo infinitamente costurar! Escolher o modelo e o tecido é perfeito pra quem não gosta de nada ou nada serve nas lojas de departamento ♥

E bem, em um ano de aula já deu pra aprender bastante coisa (que se for parar pra pensar, ainda não aprendi nada) e já costurei bastante coisa também! Agora, pretendo compartilhar sobre minhas costuras com vocês. 

Bem, esse vestido é uma das minhas costuras mais recentes e é todo feito de algodão! A blusa é transpassada e com gola, que combina com os botões e com o cinto. Escolhi a saia lápis porque ainda não tinha feito nenhuma tão comprida além de ser marca registrada dos anos 40! E por ser saia lápis, tem uma pequena fenda transpassada nas costas. O cinto é com o mesmo tecido da gola e foi forrado por nós.


A inspiração pro vestido foram as lojas retrô que vendem vestidos estampados com a gola lisa como na Blame Betty, por exemplo. Além disso, a bolsa também é criação minha! Fiz o molde e usei a técnica de cartonagem pra forrar a bolsa (com a pequena diferença de que usei couro do lado de fora) e enfeitei com fita de cetim preta e cerejas de pedras. O scarpin maravilhoso de camurça é Arezzo e é um dos meus preferidos!

Enfim, espero que curtam minha criação e qualquer sugestão pros próximos posts é super válida, assim como as críticas. Se alguém tiver alguma dúvida sobre alguma coisa que fiz é só perguntar que respondo com o maior carinho!

Beijos e até a próxima!

Tutorial: burlesque pasties



Em seu livro, Dita Von Teese aponta os pasties brilhantes como o primeiro item da lista Burlesque Costume musts! e é por isso que o tutorial de hoje é destinado à eles. Afinal, os pasties e os tapa-sexo são itens indispensáveis na dança burlesca e têm o poder de fazer qualquer mulher se sentir maravilhosa!

Material:
- Papelão para cartonagem
- Retalho de feltro
- Cola quente
- Fita de cetim larga (ou outro tecido fino)
- Fio de paetês ou cordão de São Francisco (para o tutorial, usei 2m de fio)
- Pingente de seda (caso não encontre pra vender, no final do post tem um tutorial!)
- Compasso, régua, lápis, fita adesiva e fita métrica

Com a fita métrica, meça o tamanho que pretende fazer o pastie e divida o valor por 2: esse valor corresponde ao tamanho da abertura do compasso. O tamanho mínimo é o tamanho da sua aréola, podendo ser um pouco maior. Se você já tem seus próprios pasties, meça do meio até a ponta. Risque o círculo no papelão e recorte, marcando o centro com um lápis.


Depois de marcar o centro, marque um outro ponto qualquer na extremidade do círculo. Meça 1,5cm e marque outro ponto. A partir daí, com a ajuda da régua, trace duas retas dos pontos ao centro e recorte.

Usando o círculo já cortado, marque o feltro com lápis ou caneta e recorte.

Situe o pingente de seda no meio do que foi cortado e cole com durex. Repita o mesmo processo no segundo pastie, sempre prestando atenção no tamanho do fio que ficou pra fora!

Agora a fase mais perigosa! Nos primeiros pasties que fiz, eu tentei grudar uma ponta do papelão à outra e, apesar de ser mais fácil de descolar, deu tudo certo. Já nessa segunda vez, eu colei meu dedo ao invés de colar o papelão e doeu horrores por causa da cola quente! Por esse motivo, é super importante que você junte as duas pontas com fita crepe antes de colar a fita de cetim (e não se preocupe em deixa-lá lá porque ela não vai aparecer). Próximo à parte recortada (no lado de dentro dos pasties), espalhe bem a cola quente e cole a fita de cetim. Para começar a colar o fio, passe cola em apenas um paetê e cole-o bem próximo ao centro. Depois, é só ir passando a cola de modo circular, seguindo o que já foi colado.

Passe a cola até chegar ao fim! Se quando o espaço do papelão estiver acabando e ainda tiver fio o suficiente, passe a cola um pouco em cima dos paetês já colados pra não precisar recortar o que sobrou do papelão (esse processo não serve pro cordão de São Francisco porque ele é muito grosso).

Assim que o pastie estiver pronto, dobre a fita de paetês pro lado interno e corte a sobra próximo ao centro. Passe um fio de cola e cole o que sobrou.

Agora passe outro fio de cola e cole uma extremidade do círculo de feltro. Espalhe a cola quente por todo o pastie até a metade (quando chegar na metade, volte pro começo e cole a outra ponta do recorte) e depois, até o fim. Se sobrar um pouco de feltro além do necessário, tire o excesso com uma tesoura e muito cuidado!

E tã-dannnnnnnn: seus pasties estão prontos!
Pra colar no seio, é só usar fita dupla-face :)

Obs.: da primeira vez que fiz os pasties, também fiz o pingente de seda (mas não fiz de seda, fiz com uma linha de crochet que tinha aqui) e não ficou muito legal porque não fica suave e com movimento como fica o de seda. Se não encontrar o pingente pra vender, é claro que você pode fazer o seu :) Fiz o meu de acordo com esse tutorial, que dá pra entender direitinho!

Espero que a explicação tenha sido clara e ter feito os pasties com o material mais fácil não foi de propósito (eu já tinha feito o outro, não ia repetir!), mas qualquer dúvida sobre os pasties de paetês ou cordão, me perguntem! Também adoraria ver o resultado dos pasties de vocês, então sintam-se a vontade pra me mandar por aqui ou por e-mail ♥ heheh

Até o próximo post!
Com carinho, Gabi Santoro.

Burlesco

Surgiu em meados de 1830, sendo descendente da Commedia dell'arte (forma de teatro de improviso realizado na Itália, muito popular entre os séculos XV e XVII) e trazendo consigo um grande componente cômico além de acrobacias, teatro com gestos (pantomina) e a dança. Como gênero teatral junto às óperas, foi uma forma das classes baixas satirizarem o entretenimento das mais altas com humor, exibindo verdadeiros shows de variedades sempre com muito exagero. Por ser uma cultura relativa às classes baixas, os locais em que eram realizados a dança ou o teatro burlesco eram não-elitistas, onde podia-se fumar, beber, manter-se em pé ou sentado nas mesas. A finalidade da dança burlesca é a arte de se despir com delicadeza e sensualidade, deixando de lado o que consideramos vulgar e ressaltando a beleza feminina.
 A britânica Lydia Thompson foi a primeira estrela burlesca, sendo fundamental na exportação do estilo junto à sua trupe British Blondes. Ixion foi seu primeiro hit, uma paródia mitológica em que mulheres vestiam colãs reveladores fazendo papel de homem. Por conta da explosão do estilo, Mabel Saintley tornou-se a primeira americana nativa. Mesmo parecendo monótono atualmente, uma singela perna a mostra já chamava muito a atenção do público, os levando à loucura!

No início dos anos vinte, a dançarina que teve destaque foi Millie DeLeon. Nesses tempos, o burlesco foi caracterizado como indecente pela mídia, o que acabou o tornando um verdadeiro fenômeno e os teatros burlescos estouraram através dos EUA. Para evitar a nudez total, as mulheres tapavam as virilhas com cordas frágeis e algo para tapar os mamilos, evitando a visita da polícia. A partir desse momento, os homens que frequentavam os teatros tinham a intenção de assistir à performance do strip-tease, deixando de lado a comédia (que não era mais tão atrativa). Menos roupa significava mais audiência. Também podemos levar em conta outros grandes nomes como Gypsy Rose Lee e Sally Rand.

No começo dos anos 30, foi a vez do teatro Windmill, localizado em Londres e criado por Laura Henderson onde lançou infinitos shows de variades que incluiam cantoras, dançarinas, showgirls e números especiais. Quando Laura resolveu imitar o icônico Moulin Rouge, o negócio explodiu. Fizeram sucessos os números em que as garotas apareciam nuas com temas como sereias e índias.

 A década de 40 foi das pin-ups. Hollywood passava um ideal de beleza da mulher perfeita: sexy e glamurosa, devendo muito ao burlesco. Betty Grable era um verdadeiro ícone. Apesar da depressão estadunidense, algumas revistas masculinas puderam manter viva a cultura burlesca. Nesse momento, os clubes passaram a contratar estrelas para dançar e uma nova forma do burlesco surgiu. Gypsy Rose Lee, Sally Rand e Georgie Sothern formaram suas próprias companhias e fizeram turnês ao redor de todo o país, divulgando cada vez mais o estilo de dança hollywoodiano. Também foi durante esse tempo que os figurinos e coreografias se tornaram mais elaborados, contando com as apresentações de Lili ST.Cyr (com banhos de espuma nos palcos) e Evangeline (que se apresentava dentro de uma ostra).

Durante os anos 50, o corpo voluptuoso era o ideal e Marilyn Monroe se encaixava perfeitamente nisso. Ela também foi um ícone ao se tratar da comédia (remetendo muito ao estilo burlesco). Também foi durante essa década que a verdadeira pin-up Bettie Page estourou, estrelando alguns filmes burlescos.

A partir dos anos 60 até meados dos anos 90, o burlesco perdeu o sentido porque o sexo se tornou um produto fácil e os homens não sentiam mais necessidade de ir ao teatro para admirar mulheres nuas. Nos anos 90, surge uma das showgirls mais famosas que fazem renascer o burlesco: Dita Von Teese. Com sua caracterização espetacular, é muito díficil que alguma pessoa em sã consciência não admire a beleza e as curvas de Dita. Nessa década, as dançarinas Catherine D'Lish (foto) e Jo Weldon também fizeram parte do renascimento burlesco.

O que torna a dança burlesca diferente do strip-tease é o ato teatral (sempre com muita encenação não só nos gestos, mas no figurino e no cenário) e também por nunca mostrar tudo: a graça da dança é justamente sugerir, não mostrar. As dançarinas nunca ficam complemente nuas, fazendo do tapa-sexo/calcinha e dos pasties, itens indispensáveis. O burlesco também é muito democrático e não existem regras pra ser uma dançarina: pouco importa se você é magra ou gorda, bonita ou feia. O que realmente é levado em conta é a caracterização e o teatro apresentado, a dança, a arte em si. Além disso, ele te dá a possibilidade de ser quem você quer ser: uma cowgirl, uma bailarina, uma oriental... E, sem dúvidas, é um grande passo para a auto-aceitação e para o amor próprio. Seja pra você ou pra alguém, a dança burlesca revive um sentimento que muitas vezes é esquecido e deixado de lado: a sensualidade.

Espero que gostem do tema e os próximos posts terão tudo a ver com dança burlesca
Como sempre, qualquer crítica, dúvida ou sugestão é bem-vinda!
Com carinho, Gabi Santoro.

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